Quero descrever como foi este dia.
Sai em peregrinação em busca de uma academia que valesse a pena e tivesse próximo do meu orçamento de "desempregada por opção".
É. E ainda não contei a minha decisão 'kamikase' de sair do emprego e tentar novos hábitos de vida.
Vou ser breve. Dia 3 de janeiro voltei para lá e tive um aperto no coração e isso foi perceptível. Comecei a chorar e decidi: vou mudar.
Pronto, mais sucinto impossível, não é verdade?
Mais antes disso tudo, temos que voltar ao tempo.
Tudo começou, dia 21 de novembro de 2010. Onde o meu corpinho deu o grito final.
De repente tive uma tontura e comecei a ter uma hemorragia e fiquei quase 15 dias em casa.
Deitada e tomando remédios. Trabalhei 1 semana e tirei férias oficialmente de 13/12 a 03/1.
O médico fez inúmeros exames e resultado: sou uma pessoa que tem problema no ovário só que ainda não foi diagnosticado porquê não existe uma pessoa que tenha isto e não tenha alteração hormonal.
Intrigante, não? O que ele quis dizer é que todos os meus exames estavam bem, mas não justificava ter os ovários lotados e sem ter alteração hormonal. Entende?
Enfim, apelei para a Medicina Natureba. E foi isso que deu: stress. Infelicidade.
Se é bem que depois de ter lido o livro "Sonhos despedaçados"descobri que precisamos de alegria e não de felicidade, mas isto servirá para outro post.
Portanto, foi descoberto que ao invés de gastrite nervosa, enxaqueca e outras doenças que acometem os publicitários, no meu caso quando eu me estresso a tensão vai lá para os orgãos da fertilidade.
Voltando para o primeiro dia de malhação... isso conto em outra parte.